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Em defesa dos servidores da educação, Gomide participa de ato na Alego

O deputado estadual Antônio Gomide manifestou apoio ao ato do Sintego desta quinta-feira, 26, realizado na Assembleia Legislativa, reforçando a necessidade do Governo recuar do desconto dos R$ 14,25% dos aposentados e de promover, de fato, a valorização dos servidores da ativa com aumentos reais em seus vencimentos.

“É preciso devolver a normalidade a toda classe trabalhadora da Educação em relação aos descontos dos aposentados e aos vencimentos dos da ativa. Isso, sim, é valorizar a Educação”, defende Gomide.

ESCLARECIMENTO

Gomide manifesta apoio ao Sintego, reforçando a necessidade do Governo recuar do desconto dos R$ 14,25% dos aposentados

O pedido de vista do deputado estadual Antônio Gomide ao Projeto de Lei enviado pela Governadoria, que dispõe sobre o reajuste salarial dos professores e a criação do Auxílio Aprimoramento, não configura manobra nem objetiva “travar” a matéria na Casa.

O verdadeiro motivo de pedido de Vista do deputado estadual Antônio Gomide é poder apresentar um Voto em Separado, que já foi enviado à Diretoria Parlamentar na tarde desta quinta-feira (26), para promover um índice de reajuste superior ao proposto pelo projeto da governadoria.

O projeto do Governo estipula 4,52% para PI, PII, Professores Assistentes e Contratados Temporários; e 7,20% para PIII e PIV, Agente Administrativo e pessoal administrativo contratado temporariamente.

A proposta de Gomide é estipular 18,73% para PI, PII, Professores Assistentes e Contratados Temporários, e 22,9% para Professores PIII e PIV, Agente Administrativo e pessoal administrativo contratado temporariamente.

Além disso, a matéria da Governadoria propõe o Auxílio Aprimoramento no valor de R$ 500 com caráter indenizatório. A proposta do voto em separado de Gomide retira o caráter indenizatório do benefício para obrigar o Governo do Estado a concedê-lo integralmente a todos os professores.

O gabinete ouviu representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás, que indicaram que o caráter indenizatório do benefício dificultaria o recebimento do auxílio pelos profissionais da educação.

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